sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Jabir ibn Hayyan, Alchemista Acutissimus, Pai da Álgebra, recebe aqui também curta e singela homenagem.

Geber em Latim: https://www.4shared.com/s/ftCYC6p4Gca

Geber em Inglês: https://www.4shared.com/s/f7O48__gKca

terça-feira, 21 de novembro de 2017

As raízes da Filosofia Perene remontam a tempos tão antigos quanto os da Prisca Theologia, do Hermetismo pagão antigo.

No nosso tempo, destaca-se o esforço de místicos como Dee, Paracelso, Boehme, dentre outros - que usaram a praxis e doutrina herméticas numa tentativa de curar a divisão causada no mundo cristão pela Reforma, e numa tentativa de dar força interior a uma doutrina sem esoterismo, limitada à mera crosta dogmática exterior. Essa tentativa, malgrado o esforço imenso, falhou e gerou a Revolução Científica como refugo de uma visão de mundo que se descristianizava. 

O mundo moderno, então, para nós tradicionalistas - deve ser compreendido primeira e essencialmente como fruto das contradições internas naturais do Cristianismo. E o fim do mundo moderno, significa também essencialmente o fim do cadáver sacro da Europa e do Cristianismo, que já vão embora num momento de niilismo total e acachapante, no desvelar de uma nova Revelação.

- Rodrigo Sobota

terça-feira, 7 de novembro de 2017

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Na petrificação do mundo espiritual criada pelos sensos corpóreos, na quebra de contatos, na percepção condicionada pela lei dualista que força a separação entre “Eu” e “Não-Eu” (a qual já declaramos, constitui o principal obstáculo para a compreensão moderna das ciências tradicionais), é o poder do Sal em plena operação. Mas Sal, Corpo, Pedra e Terra, no aspecto do simbolismo hermético alvo da nossa discussão, são equivalentes. Pois então, o poder da Terra no homem é aquilo que, via o corpo físico, impõe a visão materialista do mundo.

Disso, segue um ponto essencial: o homem comum não conhece os outros Três Elementos – Água, Ar e Fogo – da forma como eles realmente o são, pois o homem comum conhece apenas o que esses Elementos representam quando se manifestam via o elemento Terrestre – ou seja, quando se fazem claros pelos processos de percepção corpórea.

Água, Ar, Fogo são então em sua forma mais conhecida (ou seja, como estados da matéria física), nada mais do que meras correspondências – ou como podemos argumentar – tangíveis simbólicos que representam os verdadeiros elementos denominados “vivos” pelos mestres herméticos.


Cf. De Pharmaco Catholico: “os filósofos, quando falam da Terra, com isso significam apenas o corpo, e pelo corpo, denotam nada mais que o Sal”;

- Julius Evola  
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